AS APLICAÇÕES ECLÉTICAS DO MEL:
SUAS FUNCIONALIDADES, SEU MERCADO E SUAS TECNOLOGIAS.

Por: Marcus Linhares

Marcus Linhares; Cristina M. Quintella; Valdivino Borges; Valter Borges

O CENÁRIO

Os produtos derivados da cultura apícola possuem propriedades biológicas que possibilitam sua utilização na alimentação e medicina desde tempos remotos.

O mel, em especial, segundo Horn (1996), é uma mistura de substâncias naturais elaborada pelas abelhas a partir do néctar das flores e ou de exsudações sacarínicas de outras partes vivas das plantas, que são coletadas e transformadas através da evaporação e adição de enzimas. A coloração, a viscosidade, o aroma, e as propriedades medicinais do mel estão diretamente relacionados com a fonte de néctar que o originou e com a espécie de abelha que o produziu (PEREIRA et al., 2003). É um alimento natural, contendo em proporções equilibradas, quantidades de minerais, ácidos e, principalmente, açúcares (DE MARIA E MOREIRA, 2003).

Os indicadores que podem distinguir o mel derivam dos tipos de florada, pasto apícola ou ainda as técnicas de extração (COSTA, 2004). Segundo Bastos (1996), méis provenientes de diferentes origens botânicas possuem aromas e sabores diferentes, de modo que pessoas treinadas podem identificar méis provenientes de uma determinada fonte, pelo seu aroma e sabor.

Ainda tratando de generalidades do mel, sua constituição é formada de diferentes açúcares, predominando os monossacarídeos glicose e frutose. Apresenta também teores de proteínas, aminoácidos, enzimas, ácidos orgânicos, substâncias minerais, pólen e outras substâncias, sacarose, maltose, malesitose e outros oligossacarídeos (incluindo dextrinas). Além de pequenas concentrações de fungos, algas, leveduras e outras partículas sólidas resultantes do processo de obtenção do mel (CODEX STANDARD FOR HONEY, 2001).

Quanto aos aspectos sensoriais, de acordo com a instrução normativa n° 11 de 2000, que regulamenta a identidade e qualidade do mel, as características sensoriais são: cor, sabor, aroma e consistência (viscosidade) (BRASIL, 2000).

Segundo Mendes et al. (2009), nos mercados mundiais o mel é avaliado por sua cor, sendo que méis mais claros alcançam preços mais elevados e que a viscosidade do mel depende grandemente do seu conteúdo de água e está assim ligada a sua densidade relativa; quanto menos água, mais altas a densidade e viscosidade.

As variações na composição física e química também são fatores que interferem na qualidade do mel, como condições climáticas, estágio de maturação, espécie de abelha, processamento e armazenamento, além do tipo de florada (SILVA et al., 2004).

Para o controle de qualidade do mel, as análises físico-químicas indicadas pela legislação brasileira são: análises de maturidade (açúcares redutores, umidade, sacarose aparente), parâmetros de pureza (sólidos insolúveis em água, minerais ou cinzas, pólen), e deterioração (acidez livre, atividade diastásica e hidroximetilfurfural - HMF) (BRASIL, 2000).

FUNCIONALIDADES

Comprovadamente, o mel pode ser aplicado a diversas atividades farmacológicas, dentre elas: antiviral, antifúgica, antiinflamatória, antibacteriana, sedativo, expectorante, analgésico, imunológico, hipossensibilizante, entre outras e que podem estar relacionadas à ação sinérgica dos constituintes químicos presentes no seu aroma (Ioirich, 1986; Bastos, 1996).

Ao tratar das aplicações terapêuticas, o mel pode ser eficiente como repositor de glicose, na reidratação e adicionado à frutose auxilia na absorção de sódio, água e potássio, além de ser capaz de promover e reparar danos à mucosa intestinal, funcionando como um agente anti-inflamatório (Silva et al. 2006). E o fato de ser bacteriostático e, também, eficiente no tratamento de úlceras gástricas, por reduzir a secreção de ácido gástrico; intoxicação alcoólica pela interferência da frutose presente no mel, que é capaz de reduzir os níveis de etanol no sangue e reduzir a duração de diarreia (Jeffrey e Echazarreta, 1996).

Na pele, suas aplicações tratam feridas, queimaduras, abscessos e edemas (MATHEWS; BINNINGTON, 2002). Em estudos experimentais de aplicação de mel em células cancerígenas foi possível concluir uma inibição das células neoplásicas na bexiga in vitro e in vivo (SWELLAM et al. 2003).

Entre outros estudos encontram-se as mais diversas aplicabilidades e potencialidades de utilizar as propriedades do mel para o incremento na defesa imunológica orgânica e tecidual, além da sua atividade antimicrobiana e seus efeitos regulatórios sobre a cicatrização e conservação.

Porém, o crescente interesse por alimentos funcionais, que garantem uma vida mais saudável, apresenta o mel como um importante componente, desmitificando sua atuação fortemente e resumidamente ligada aos aspectos medicinais. Isso estimula ainda mais as pesquisas, produção e consumo deste alimento. É o que resume Cheung e Gerber (2009) ao perceber que conhecer as preferências alimentares individuais pode revelar informações que contribuiriam para o arranjo das cadeias produtivas locais, uma vez que a viabilidade e o progresso do sistema de produção dependem da comercialização de determinados produtos, e esta pode ser comprometida, caso os comportamentos dos consumidores, no tocante às suas preferências, não sejam previamente analisados e identificados.

Partindo para o aspecto nutricional, este produto é consumido mundialmente por ser considerado um edulcorante natural e energético, com predominância dos açúcares, glicose, frutose, sacarose (70% de carboidratos) e água, na qual os açúcares estão dissolvidos (AROUCHA et al., 2008 apud PIRES, 2011).

Dessa forma, a integração entre os aspectos terapêuticos e nutricionais do mel também proporcionou a busca de mais profissionalização das cadeias produtivas e uma constante prospecção de aspectos tecnológicos capazes de transformar uma prática milenar em processos sistematizados de produção com alto potencial competitivo.

NO MERCADO

Tal evolução, mais especificamente no Brasil, trouxe efeitos surpreendentes no mercado relacionado a tais cadeias, sobretudo, no que diz respeito à oportunidade de uma produção derivada da agricultura familiar ultrapassar as barreiras do mercado nacional.

Segundo o Sebrae (2014), em 2014, os Sistemas Apículas no Brasil, completam 40 anos e, ao longo deste tempo sua produção progrediu 10 vezes, acumulando cerca de R$ 238,72 milhões (IBGE, 2014).

Segundo o IBGE (2012), apenas 09 estados são responsáveis por 84% da produção nacional de mel do Brasil, são eles Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Ceará, Piauí, Bahia e Pernambuco. Aliado a este grande perfil produtivo, o cenário ainda ressalta que os EUA, Alemanha e Reino Unido juntos chegam a representar 92% dos destinos de exportação do mel brasileiro, o que corresponde em média 20.000 toneladas por ano (Associação Brasileira de Exportadores de Mel – ABEMEL, 2014).

Para o Sebrae (2104), observa-se que apesar do bom posiciona­mento do país nas exportações de mel, o Brasil apresentou melhor ranking em quantidade quando comparado com o ranking em valor. Isto indica que países que produzem menores quantida­des, estão oferecendo melhor preço do produto, o que tem colocado o Brasil para trás em valores exportados. Como exemplo, podem-se citar países como Vietnã, Alemanha e Hungria, que em 2011 estavam abaixo do Brasil no ranking de exportação, considerando quanti­dade exportada, porém acima do Brasil no ranking de valores exportados.

Dois fatores relevantes nestes processos de exportação são: (i) a obrigatoriedade do mel nos padrões orgânicos, instrumentalizado por Órgãos de Certificação Internacional e; (ii) o fato dele ser exportado como commodities, ou seja, somente quando chega nos países exportadores o mel terá valor agregado na indústria, por meio do branding (criação, gestão e investimento em marca), embalagem, rótulo e etc. e seu preço final chega a valores cerca de 110% do inicial exportado (Casa Ápis, 2014).

Segundo Souza (2007), a base de sustentação de um mercado tão promissor é a estrutura simples e eficaz da agricultura familiar, que vem se capacitando na criação racional de abelhas, compondo mais uma cadeia no âmbito do agronegócio brasileiro fortalecendo o movimento naturalista, que passou a divulgar a importância da utilização da alimentação natural na melhoria da qualidade de vida do homem. Isso proporcionou o aumento da procura dos produtos da colmeia e, consequentemente, sua valorização, possibilitando ao apicultor vivenciar a consolidação da boa fase do negócio apícola, passando a se relacionar com mercado internacional.

O negócio apícola apresenta ainda, como vantagens, a possibilidade de um investimento inicial baixo e uma alta lucratividade. Essa possibilidade é potencializada pelas condições tropicais brasileiras e pela utilização das abelhas africanizadas. Portanto, a apicultura representa uma possibilidade real de negócios e inclusão social, mesmo para aqueles que dispõem de poucos recursos.

Segundo Souza (2007), outras características da cadeia apícola trazem vantagens estruturais. Podem ser citadas: (i) A apicultura não exige dedicação exclusiva, permitindo aos apicultores desenvolverem outras atividades sem que isso prejudique na criação de abelhas; (ii) Dispensa a propriedade da terra, ou seja, mesmo aqueles que não têm uma propriedade agrícola podem tocar um negócio apícola. Isso porque a área necessária para implantação do apiário é pequena e sua instalação não altera o ambiente natural da propriedade, facilitando as sessões de áreas de terceiros para os apicultores; (iii) Contribui para preservação da natureza, pois é uma atividade que não destrói, não polui, sobretudo pela necessidade de espaços com matas nativas; e, (iv) Possibilita o aumento da produção agrícola, visto que a atividade natural da abelha envolve transporte de grãos de pólen e isso tem forte poder de fertilização necessária para a frutificação de diversas cadeias, que podem ser cultivadas aliadas à cadeia do mel.

Partindo para uma visão macroeconômica, sobretudo, a que diz respeito a força produtiva, os estudos em culturas de produção e beneficiamento de alimentos em escala industrial, gera aspectos complexos ao ponto de evidenciar a necessidade de abordar, de forma cada vez mais constante, ferramentas que abrangem outras áreas de conhecimento além da agrícola, química ou biológica.

Em tal problemática, existe ainda, a necessidade de aplicação de aportes de tecnologia gestora aos processos decisórios, advindos do cotidiano destas culturas produtivas, sobretudo, quando estas se encontram sob a forma de polos integrados pelo cooperativismo.

Baseado no mapeamento dos bioprocessos ligados à apicultura, existem necessidades de tecnologias a serem aplicadas como instrumento de análise, gestão e avaliação: (i) da eficiência, no que se trata dos processos de preparação do espaço físico de exposição das caixas/colmeias, do estudo técnico de cultivo das floradas da região, da preparação do homem do campo responsável pela manutenção e coleta dos favos, da sua higiene e segurança, da metodologia de coleta, do armazenamento, do acondicionamento, do transporte do insumo até as cooperativas, dos processos químicos ou naturais de catalisação, separação e desumidificação, do estudo dos padrões de qualidade baseado em certificações internacionais, da produção, da certificação, da embalagem, da negociação e do rastreamento; e (ii) de eficácia, quando se trata da execução de ferramenta computacional capaz de integrar um software à Internet e às informações detalhadas de Georreferenciamento (pontuado por GPS – Sistema de Posicionamento Global) a fim de garantir a diminuição de prejuízo e desperdícios de recursos por meio de impactos econômicos, sociais (por meio de uma cultura de transformação da realidade desse homem do campo envolvido), tecnológico, pois mediante aos processos existentes haverá a necessidade constante de novas prospecções tecnológicas e, para tanto, a potencialidade de transferência da tecnologia a ser criada para outras culturas bioagrícolas afins e, por fim, uma estrutura de informações capazes de garantir as melhores tomadas de decisões sobre a gestão dos bioprocessos.

Apesar da utilidade e importância da referida ferramenta, seu uso em culturas de produção de alimentos em comunidades cooperadas ainda é escasso, sendo inexistente no que se refere à cultura de produção e beneficiamento do mel em padrões orgânicos.

Uma análise holística dos processos que envolvem a produção do mel orgânico é, na maioria das vezes, difícil de ser conduzida por conta da ausência de estrutura tecnológica capaz de mensurar variáveis pontuais da referida cadeia. Uma maneira de contornar esse problema é recorrer à prospecção de tecnologias existentes em sistemas semelhantes, representados por uma proximidade do objetivo do estudo, facilitando a descrição, controle e padronização dos processos envolvidos.

Tendo em vista toda a singularidade que a cadeia produtiva do mel possui, a certificação da produção como orgânica fornece ao consumidor a certeza de estar adquirindo um produto isento de qualquer tipo de contaminação química. Também assegura que o mesmo é o resultado de um sistema de produção que causa o mínimo de impactos negativos ao meio ambiente, mantendo as características nutricionais e biológicas dos alimentos obtidos.

Por esses motivos, verifica-se a importância de prospectar tecnologias que envolvem os bioprocessos da cadeia, para uma gestão capaz de eliminação das falhas, tendo com base, também processos, tecnologias ou produtos já desenvolvidos ao redor do mundo.

É pertinente acrescentar que a atuação tecnológica se faz necessário também na produção orgânica de alimentos, independente da sua transformação, pois serve como instrumento de controle dos processos e garantidor dos padrões destes tipos de alimentos (SOUZA, 2009).

Entende-se por cultura do mel orgânico, no Brasil, o que dispõe a Instrução Normativa n.º 11, de 20/10/2000, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que descreve detalhadamente as normas de produção, tipificação, processamento, envase, distribuição, identificação e certificação da qualidade para o mel. Destacam-se, para isso, os seguintes pontos, destinados a estabelecer os requisitos para sua comercialização nacional e internacional:

1. Classificação do Mel: sobretudo, por sua origem botânica, como: mel de flores, mel unifloral, plurifloral, de melado, escorrido, prensado, centrifugado e filtrado.

2. Composição do Mel: O mel é uma solução concentrada de açúcares com predominância de glicose e frutose. Contém ainda uma mistura complexa de outros hidratos de carbono, enzimas, aminoácidos, ácidos orgânicos, minerais, substâncias aromáticas, pigmentos e grãos de pólen podendo conter cera de abelhas procedente do processo de extração.

3. Valor Nutricional: Apresenta grandes quantidades de açúcares e menores de minerais, ácidos orgânicos, proteínas e vitaminas.

4. Certificações: Atualmente, há várias certificadoras prestando esse serviço no Brasil, entretanto, nem todas possuem o reconhecimento por parte de entidades internacionais (governamentais ou não), exemplo: AAO (Associação de Agricultura Orgânica); BCS (Bio Control System); IBD (Instituto Biodinâmico), etc.

Todo este referencial teórico prevê, portanto, uma integração entre meios naturais, suportes ambientais, ferramentas legais, instrumentalização tecnológica, análises laboratoriais de processos Químicos, Físicos e, sobretudo Biológicos.

Ao se tratar dos aspectos biológicos que envolvem a cadeia do Mel orgânico é necessário ressaltar os elementos básicos para a composição do ecossistema apícola: abelhas, floradas, solo e clima.

Tais percepções podem servir como base teórica para o mapeamento dos processos, indicadores e variáveis que envolvem os quatro elementos básicos da cadeia do mel orgânico, para identificar as relações químico-físicas e, principalmente a identificação dos bioprocessos existentes, com a finalidade maior de fomentar uma ferramenta tecnológica capaz de instrumentalizar estas relações frente a produção industrial, com o propósito de controlar a eficiência e eficácia dos produtos e garantir a competitividades mercadológica da cadeia.

Entende-se por bioprocesso, qualquer procedimento tecnológico que utilize sistemas biológicos, organismos vivos, seus componentes ou derivados para produzir ou modificar produtos ou processos para um determinado uso. Definidos como um conjunto de operações que efetuam o tratamento da matéria-prima/resíduo, o preparo dos meios, a esterilização (quando o processo demandar) e a transformação do substrato em produto(s) por rota bioquímica, seguida de processos de separação e purificação de produto(s) (PEREIRA, 2008).

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